A Mulher-Maravilha é uma das personagens mais presentes e antigas da cultura pop mundial – que completou seus 75 anos de existência em dezembro de 2016 – tem recebido merecidos holofotes graças ao filme estrelado por Gal Gadot. Porém, você provavelmente já esbarrou com a heroína em seu seriado estrelado por Lynda Carter ou em algumas das excelentes animações da DC. Mas o que você realmente conhece da historia de Diana, Princesa de Themyscira e embaixadora da ONU? Para conhecer mais sobre a principal heroína da DC Comics – e de todo o universo dos quadrinhos -, fizemos uma seleção de histórias das mais variadas épocas para ressaltar sua importância na história dos quadrinhos.

1. Mulher-Maravilha – Deuses e Mortais

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Roteiro/Arte: George Pérez

Essa história marca o início da era pós crise. Ilustrada e escrita por George Perez, mostra a origem da personagem com todos os elementos que já tinham sido criados por William Moulton Marston que são mencionados até hoje, porém adaptados para a época. Nessa história temos a criação das Amazonas, as bençãos dos Deuses, a criação de Themyscira, o pedido de Hipólita que a criança de barro ganhasse vida e a luta contra Ares. Mesmo sendo uma história do final dos anos 80, ainda tem um roteiro que envelheceu bem e levanta alguns temas que ainda hoje são debatidos. Nessa história temos o primeiro confronto entre a Amazona e Ares e o seu encontro com Steve Trevor. A Salvat e a Panini relançaram essa historia recentemente.

2. Mulher-Maravilha – Terra Um

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Roteiro: Grant Morrison / Arte: Yanick Paquette

Uma das histórias em quadrinhos mais comentadas e cheias de polêmicas dos últimos anos. A ideia da linha Terra Um era recontar a origem dos personagens com total liberdade para os roteiristas escreverem a história que melhor lhe for conveniente. Morrison queria contar a origem da Diana e ser o mais fiel possível as ideias de quando a personagem foi criada. Se ele foi bem sucedido isso depende de você, mas o roteiro tem seus momentos.

Para contar seu olhar sobre origem da heroína, Morrison monta um grande julgamento onde a trama se desenrola em forma de flashback, contando com vários pontos de vista do motivo pelo qual Diana saiu da ilha Paraíso e foi para o mundo do Patriarcado. Agora uma coisa que não pode ser deixada de lado é a marcante arte de Yanick Paquette.

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3. Mulher-Maravilha – O Círculo

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Roteiro: Gail Simone / Arte: Rachel Donson e Terry Dodson

Essa história é um marco pois foi a primeira da Mulher-Maravilha escrita por uma mulher. Gail Simone começou sua fase à frente da amazona com essa saga. O Círculo conta que a guarda pessoal da rainha Hipólita tentou matar Diana quando ela era apenas um bebê, mas, ao falhar na tentativa, foram condenadas a prisão perpétua. Simone tem a tradição de criar boas histórias, que exaltam as qualidades das personagens com quem trabalha. A Diana dela tem que lidar com as limitações de seus poderes e sua posição na agência de regulamentação de Meta-Humanos.  A história foi lançada recentemente no Brasil pela Salvat.

4. Mulher-Maravilha – Paraíso Perdido

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Roteiro: George Pérez e Phill Jimenez  / Arte: Phill Jimenez

Nessa história temos Diana e Danna Troy juntando forças com a família Batman contra um grupo de deuses malignos, que possuíram os corpos de alguns dos piores inimigos do morcegão. Entre eles o Coringa, Hera-Venenosa e Espantalho, por exemplo. De quebra, a série traz uma amostra da relação da família Maravilha, principalmente Hipólita , Diana e Danna, com a rainha cada vez mais ausente devido as suas atividades com a Sociedade da Justiça.

Isso acaba por deixar Themyscira sem uma rainha, resultando em um ataque durante uma de suas ausências. Ao mesmo tempo, um culto a antigos deuses em Gotham chama a atenção da Oráculo e da Caçadora. Com boas sequências de combates e enredo fechado, essa é uma boa história para saber mais sobre o mundo da Mulher-Maravilha.

5. Mulher Maravilha – Sangue

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Roteiro: Brian Azzarello / Arte: Cliff Chiang

O início da era dos Novos 52, Azzarelo assumiu o roteiro e deu a sua versão da amazona. O autor mudou sua origem de forma drástica e remodelou muitos conceitos da personagem. A narrativa está repleta de ação e foge do que normalmente se é mostrado nas paginas da Mulher-Maravilha. Na arte de Chiang, temos uma Diana que continua usando seu tradicional uniforme, mas em uma versão que não é sexualizada. Outro destaque fica para a nova caracterização do panteão Grego e ficou sensacional, principalmente os deuses Hades e Ares.

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6. DC Universe Rebirth: Wonder Woman

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Roteiro: Greg Rucka / Arte: Nicola Scott  e Lian Sharp

Após a fase Novos 52 temos o Renascimento, uma proposta da DC de recolocar seus personagens de volta as origens. A fase começou a pouco tempo aqui no Brasil e depois de muitos anos ganhamos uma revista solo da Mulher-Maravilha. A história mostra algumas das certezas que Diana tinha na sua vida começam a se mostrar duvidosas. Essa fase está sendo muito aclamada pela critica especializada, então está mais que recomendado.

Essas são algumas das varias historias, mas vale deixar algumas menções honrosas como Mulher Maravilha: Espírito da Verdade, Mulher Maravilha: Hiketeia, Mulher Maravilha: Odisseia e Mulher Maravilha: Petrificada. Qual sua história favorita da heroína? Deixe seu comentário e compartilhe suas recomendações!

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